sábado, 15 de fevereiro de 2014

SERÁ QUE O PREFEITO DO RIO ESTÁ DOENTE ?

O QUE ESTÁ HAVENDO COM O PREFEITO DO RIO DE JANEIRO ?

Apesar da recomendação técnica, os conselheiros do TCM, seguindo o voto do relator, conselheiro Ivan Moreira ( aquele ex-vereador dos centros sociais em Jacarepaguá ), decidiram que o Prefeito estaria livre para manter o valor ou aumentá-lo, ignorando, de forma estranha o parecer dos técnicos que assessoram especificamente os conselheiros do TCM neste tema.

O Chefe do Executivo, então, se apressou a decretar a majoração de R$ 2,75 para R$ 3,00, mesmo tendo na memória as ocorrências de junho de 2013, quando os manifestantes entraram em confronto com policiais e muitos problemas graves inundaram a Cidade de feridos e depredações, culminando com o recuo no aumento naquela época. Lembremos que, ao tempo daquelas manifestações, o aumento era de 20 centavos; agora, é de 25 centavos.

Para piorar, para acirrar mais os ânimos, o seu grupo político bloqueou a instalação da CPI dos ônibus e todos sabemos a razão. Muita sujeira viria à tona.

Com essa demonstração de insensibilidade, o prefeito estimula novas caminhadas pelo centro da cidade e novos conflitos entre a população e a polícia. Ontem, houve o primeiro embate e, além de novos feridos e novas depredações, um repórter cinematográfico da Rede Bandeirantes foi atingido por um artefato disparado não se sabe se pelos manifestantes ou pela polícia e o mesmo está internado em estado grave.

QUE DESESPERO É ESSE DO PREFEITO QUERER AGRADAR TANTO AOS EMPRESÁRIOS DE ÔNIBUS, MESMO CAUSANDO TANTOS PROBLEMAS GRAVES À POPULAÇÃO CARIOCA ?

GOVERNO E " ELITE PERVERSA E EGOÍSTA " QUEREM CRIMINALIZAR AS MANIFESTAÇÕES POPULARES NO BRASIL.

O povo brasileiro é considerado pacífico. Sinceramente, não sei se isso é bom ou ruim. Por nossa formação miscigenada, por razões histórica e religiosa, temos um perfil diferente da maioria, senão da totalidade, das nações. Não conquistamos, por nossas lutas, a nossa Independência; a Abolição da Escravidão foi nos outorgada; a República surgiu de cima para baixo e as nossas leis trabalhistas são decorrentes de influências das lutas de imigrantes italianos. Enfim, não nos acostumamos a batalhar pelos nossos direitos. Enquanto, na Europa, as greves são consideradas movimentos justos de classes e inteiramente respeitadas pelos cidadãos de lá, aqui, é quase um ” delito ” que só falta ser tipificado no Código Penal. Se uma pessoa se diz grevista, é olhada como se fosse uma criminosa.

As manifestações contra o aumento das passagens de ônibus, em junho de 2013, que, depois, se transformaram em megaeventos políticos ordeiros contra tudo o de errado que há nesse País, como, por exemplo, a corrupção nos governos, o mensalão, a impunidade, as péssimas condições de saúde e de educação pública, a falta de segurança, os elevados índices de criminalidade, os péssimos meios de transporte, os gastos abusivos com a Copa do Mundo, incomodaram os detentores do Poder e as elites que não desejam mudanças há mais de 500 anos.

Surpresos, os maus políticos, parte da Mídia corrupta e outros segmentos da Sociedade Brasileira, ficaram atônitos, no primeiro momento. As passeatas eram emocionantes, reuniam, pelas redes sociais, jovens, idosos e até crianças, em defesa de múltiplas questões, já que o Brasil se tornou um grande mosaico de ocorrências de roubos e furtos por gente do Poder e de inúmeras fontes de insatisfações da massa popular. Não havia uma liderança única a polarizar as reivindicações; não havia único um grito por justiça social; havia grupos diferentes nos motivos, mas todos voltados contra o caos nos serviços públicos e a roubalheira instalada nos poderes federal, estadual e municipal, contaminando o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. O povo queria mudar; e, se possível, mudar tudo e iniciar uma nova Nação. Parecia a repetição da ” Queda da Bastilha”

Passadas a surpresa e a perplexidade iniciais, os “engenheiros do mal”, gente paga pelo “sistema político” em todos os países subdesenvolvidos política e culturalmente, como o nosso, para distorcer fatos e manipular massas populares, começaram a engendrar estratégias para acabar com os apelos das ruas que já ultrapassavam nossas fronteiras e escandalizavam o Mundo, colocando ” nuas” aquelas mentiras propagadas pela Mídia paga de que o Brasil era o País ideal para realizar a Copa do Mundo e que seu povo vivia satisfeito com educação, saúde, transporte, saneamento e demais serviços essenciais. A máscara havia caído.

E esses “engenheiros” usaram de uma estratégia simples: atacar a população no que ela tem de mais significativo, ou seja, sua generosidade, sua fraternidade, sua emoção. Não foi difícil infiltrar pessoas remuneradas para gerar conflitos violentos, principalmente, no Rio de Janeiro e em São Paulo, centros de maior visibilidade. Tais ações deveriam ocorrer, como se verificaram, de preferência, nos momentos de dispersão, para dar chance à Mídia de veicular, com jornalistas comunicadores de boa oratória e tocar no íntimo de cada cidadão, mostrando que o ” vandalismo” poderia atingir a todos os brasileiros. E o plano macabro foi colocado em prática para desmobilizar o povo. Deu certo em junho de 2013 e vem se repetindo. Hoje, as pessoas temem participar dos eventos cívicos para protestar contra os abusos que os maus políticos aliados aos maus empresários cometem, aos montes e impunemente. O pavor se instalou.

Agora, eles partem para a segunda etapa de seu plano diabólico, já que falta pouco mais de três meses para a chegada das delegações esportivas das seleções que vão participar da Copa do Mundo. Tomando como exemplo o acidente que ceifou, de forma triste, a vida do cinegrafista de uma Rede de TV, querem e vão, se não houver uma reação à altura, criminalizar as manifestações de descontentamento com as safadezas cometidas por essa GENTE CORRUPTA QUE NOS GOVERNA. Será a institucionalização da ” mordaça” nos descontentes. Será uma forma de ditadura que cala os oprimidos e facilita a roubalheira oficial com apoio dos próprios oprimidos. Pobre povo brasileiro!

Escândalo da Petrobras pode envolver ex-ministro e seu filho

Dinheiro da holandesa SBM podem ter ido para campanha

Jornal do Brasil
As informações sobre pagamento de suborno a um ex-diretor da Petrobras pela holandesa SBM, dona da maior frota de mundial de plataformas para exploração de petróleo do mundo, começam a ter desdobramentos e possivelmente envolvem o primeiro escalão do governo. De acordo com as denúncias reveladas por um ex-funcionário da SBM, o ex-diretor recebia uma comissão da empresa e repassava a maior parte para financiar campanha política. Entre os beneficiados está um ex-ministro das Cidades e seu filho.
O ex-diretor da Petrobras – da cota de um dos partidos da base de apoio ao governo – pode ter recebido da SBM cerca de US$ 139 milhões. Em troca da propina a empresa holandesa tinha a garantia de contratos para aluguel de plataformas de exploração de petróleo. O suborno começa a aparecer com mais força na mídia e já deu munição à oposição que já está pedindo a investigação do caso. A liderança do PSDB na Câmara protocolou, na quinta-feira (13), na Procuradoria Geral da República (PGR), uma representação pedindo a investigação da denúncia.
Os detalhes que começam a surgir sobre o suborno já chegaram ao Palácio do Planalto e estão irritando profundamente a presidente Dilma Rousseff. As informações sobre o pagamento de propina a um diretor da estatal certamente não chegaram ao Conselho de Administração da empresa que na época era presidido por Dilma. Extremamente exigente com seus subordinados, a presidente teria mandado apurar todos os indícios com o maior rigor possível.
O pagamento de suborno feito pela SBM a um ex-diretor da Petrobras, de acordo com a denúncia, teria sido feito pelo representante comercial da empresa no Brasil, Julio Faerman, e por empresas ligadas a ele, entre as quais a Faercom Energia Ltd., JF Oildrive Consultoria em Energia Petróleo, Bienfaire, Jandell, Journey Advisors e Hades Production Inc. A operação triangular começava com as transferências de recursos da SBM para Faerman e as demais empresas que posteriormente repassavam aos funcionários da estatal brasileira.
A “comissão” da SBM era de 3% sobre o valor do contrato, sendo que 1% ficava para Faerman e as empresas ligadas a ele. Os outros 2% eram repassados ao ex-diretor da estatal. Em resposta ao Jornal do Brasil, a Petrobras disse nesta quinta-feira (13) que não comentaria o caso. A Petrobras encomendou a SBM diversas plataformas para exploração de petróleo no valor total de US$ 23 bilhões, algumas ainda em construção.
As investigações sobre pagamento de suborno feito pela SBM envolvem empresas e autoridades da Itália, Malásia, Cazaquistão,Guiné Equatorial, Angola e Iraque, além do Brasil. A empresa está sob investigação nos Estados Unidos, Inglaterra e na própria Holanda. No Brasil, possivelmente a investigação não deverá se restringir à PGR. O Tribunal de Contas da União (TCU) poderá ampliar as investigações que já vem fazendo de contratos da Petrobras com empresas que teriam financiado campanhas políticas.
Políticos beneficiados com o pagamento da comissão pela SBM se reuniam quase que semanalmente num hotel de São Paulo com o ex-diretor da Petrobras envolvido no caso e que não dava um passo sequer sem ouvir primeiro o grupo que o sustentava na estatal. Alguns contratos suspeitos sob investigação do TCU contemplam reajustes, a título de aditivos contratuais de quase 60% sobre o valor original, sendo que a lei de licitações determina que os termos aditivos não podem superar 25% do valor do contrato inicial.